Às vezes a gente tenta tão intensamente, luta com tanta força e vontade… Daí que você não consegue, perde a batalha, sai derrotado. Como reunir forças para insistir na luta pelo mesmo objetivo? Tem gente que consegue, que insiste, que acha novas armas. Tem gente que perde as forças, que desanima, desiste. Tem também aqueles que não querem desistir, mas não sabem mais como lutar.
Passado que nunca passa
Novembro 13, 2009Quem foi que disse que o passado ficou pra trás? Que passou, já era? Não, não. O passado nos acompanha onde quer que a gente vá. Ele vai nos fazer seguir um caminho ou outro, tomar uma decisão ou outra. É ele o grande responsável pelo que somos, talvez pelo que seremos, quem sabe? Mas ele está aqui, sempre ao nosso lado, sempre. Não dá para esquecê-lo, melhor é aprender a conviver com ele. Harmonicamente.
Cada um tem seu momento
Novembro 1, 2009Hoje estava conversando com um amigo. Ficou noivo, e agora já não sabe se é mesmo ela a mulher da vida dele. Emendou dois relacionamentos e está sentindo falta de viver o momento dele, sentindo falta de ficar só. Para mim, o importante é ser feliz. São vários os encontros e desencontros da vida, mas se a gente não está feliz ao lado do outro, será impossível fazê-lo feliz. Eu sou suspeita para falar sobre essa história de emendar relações. Mas da última vez, decidi que era o momento de me dedicar a mim, de dar um tempo para que eu pudesse amadurecer, de conviver um pouquinho comigo antes de recomeçar. Mas, gente, cada um é cada um. Não há exemplos a serem seguidos. Diariamente vamos criando nossas próprias fórmulas. Como disse antes, no que acredito mesmo é que o importante é estar feliz. E se você que está lendo isso nesse momento chegou à conclusão que não está feliz com alguma situação, pare e pense. Talvez tenha chegado a hora de rever!!!
Se arrependeu? E agora?
Outubro 30, 2009Como lidar com o arrependimento alheio? Difícil responder. Acho mais complicado ainda quando a gente tem relação com esse arrependimento do outro. Se alguém se arrependeu significa que tomou uma decisão e que, agora, imagina que a tal decisão não tenha sido a melhor. Das duas, uma. Ou tudo segue como está, ou você decide retomar o status quo antes, a circunstância anterior. Pode ser fácil tomar a decisão. Pode também ser muito difícil. Só não dá pra se precipitar. Melhor é pensar bem, cuidadosamente… ainda que isso lhe tome algum tempo… dias, semanas, meses. Se o outro vai ter paciência de esperar a sua resposta? Quem sabe? Importante é você pensar no que responder para que não haja um novo arrependimento na história.
Armaduras
Outubro 28, 2009Quantas vezes nos escondemos sob armadoras pesadas, apenas para não deixar à mostra a nossa fragilidade? Criamos personagens, assumimos seus papéis pelo mundo, tudo por puro medo de encarar a realidade. Por medo de sofrer, de se magoar… Somos humanos, e não há como fugir disso. A teoria é bem mais simples, somos conscientes de tanta coisa, defendemos teses com argumentações consistentes, falamos, falamos, falamos… mas na prática a teoria é outra.
Enquanto o tempo passa…
Outubro 27, 2009Ainda espero o telefone tocar, abro a caixa de e-mail com ansiedade, aguardo uma mensagem pelo msn. Embora a correria diária nos ocupe por quase todo o tempo, a gente sempre aguarda alguma notícia de alguém. Talvez seja o momento de ligar, ou de mandar um e-mail, quem sabe uma mensagem pelo msn. Talvez seja o momento de deixar de esperar, porque o tempo passa.
Um dia especial
Outubro 22, 2009Hoje é um dia especial. Por várias razões posso dizer que o dia de hoje ficará guardado em minha lembrança. Os dias são especiais porque compartilhamos momentos de felicidade plena. Os dias podem também ser especiais, porque tivemos algumas surpresas que não esperávamos. Somos humanos, nos iludimos de vez em quando, com situações que são meros resultados de criações isoladas de nosso subconsciente. Nem sempre eu consigo me expressar direito, às vezes eu machuco pessoas que amo por não ter escolhido as palavras certas, por ter falado sem pensar… Do mesmo jeito as pessoas nos machucam. Umas o fazem com consciência, de propósito. Outras o fazem sem querer, por um descuido. É muito difícil ter a certeza dos motivos das pessoas. A gente pode achar que foi de próposito ou que foi sem querer… Mas ter certeza é outra coisa. Eu sempre tive um pouco de cuidado com isso. Mas nem sempre consegui evitar que minhas palavras e atitudes atingissem alguém negativamente.
Não sou o melhor dos seres humanos. Também não acho que sou o pior. Não me coloco como vítima das situações e acredito que cada um de nós tem uma responsabilidade grande pelo que nos acontece. Muitas vezes permitimos que nos machuquem, pedimos isso silenciosamente e sem mesmo saber. Eu queria poder ter o dom de prever a reação das pessoas às minhas atitudes. Mas não tenho. Então, desculpem-me se não agi como algum de vocês gostaria. Desculpem se exagerei nas palavras ou se me omiti. Se falei demais ou se apenas não falei o suficiente. Às vezes a gente acha que as coisas ficaram claras, que as explicações foram suficientes. Mas se não foram, sintam-se à vontade para me questionar mais uma vez, para pedir justificativas, para detalhar… prometo me esforçar… Não sei se vou conseguir. Pode ser que na hora eu exploda, que não compreenda, que tenha uma reação inesperada. Peço desculpas de antemão… O fato de sermos humanos não justifica determinadas coisas, mas ameniza.
Hoje o dia foi especial. São raras as vezes em que derramamos duas lágrimas em um mesmo dia, quando uma é de alegria extrema e a outra é de tristeza.
Achando demais
Outubro 19, 2009Descobri que eu acho mais do que achava, do que queria e do que deveria. Infelizmente.
Desisti de achar
Outubro 17, 2009Achar já me causou muita angústia. As incertezas são “agoniantes”, porque trazem à tona possibilidades que não nos são agradáveis. Por isso eu desisti de achar. Hoje, prefiro as certezas, e quando não as tenho, procuro abstrair. O que não sei, não sei. Claro que isso não é tão extremo como eu gostaria. Na prática, acho um monte de coisas. Mas tenho percebido um achismo mais consciente, menos irreal. Algumas coisas específicas eu realmente desisti de achar.
Se alguém me diz aguma cisa, eu acredito. Se não me diz, simplesmente não penso na hipótese. Quando sinto saudade de alguém, eu digo. Eu gosto de dizer, tenho sido mais sincera com meus sentimentos ultimamente, sem muito me preocupar com o que isso pode causar. Da mesma forma, decidi não me envolver demais com os achismos. Gosto de ouvir que faço falta na vida das pessoas. Se elas não me dizem isso, eu procuro não pensar demais no assunto.
Talvez seja mais uma forma de me proteger. Não sei dizer. O que sei é que achar menos me tornou uma pessoa mais feliz.
Na vida real é diferente
Outubro 17, 2009Eu procuro lições em tudo o que observo, leio ou assisto. Não sei julgar se isso é bom ou ruim, mas sei que tudo acaba me fazendo analisar um pouco mais a vida. Outra coisa que também não sei julgar se é bom ou ruim. Fato é que ontem, no cinema, assisti a um filme água com açúcar, comédia romântica, que me fez pensar em como a gente deixa pessoas importantes escaparem de nossas vidas sem um motivo justificável. Por simples divagações sem qualquer sentido lógico, tomamos decisões. E assim seguimos. Nos filmes, o bacana é que o destino é traçado no roteiro, e o fim já está decidido antes mesmo de ele começar. Daí que, no final, tudo se ajeita. Na vida real é tudo bem diferente.
Aprendendo a julgar
Outubro 6, 2009A constância, o cotidiano, o dia a dia nos ajudam a julgar as situações que vivemos. Repentinamente começo a repensar algo… É que valer à pena é um conceito bastante contextual. Na sua rotina atual pode, aquela questão específica, ser de fundamental importância. Amanhã, no entanto, por uma razão qualquer, você pode já não ver mais razão para manter-se entretido com aquilo… É a experiência, a maturidade… é qualquer coisa que faz a gente construir, ao longo da vida, parâmetros para julgar o que realmente nos faz bem.
Bolinha de cristal
Outubro 3, 2009Realmente não sei se seria bom ou ruim ter o poder de saber o que os outros pensam e sentem.
Escrito por alane virgínia
Escrito por alane virgínia
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