A gente sempre terá motivos para sorrir e motivos para chorar. Algumas coisas vão bem, outras degringolam… A questão está em mirar os bons motivos e sorrir por causa deles. O riso no rosto vai levantar o astral e ajudar a compreender melhor os motivos do choro. É uma alternativa!
Envolvida na situação alheia
junho 4, 2011As pessoas nos colocam em situações constrangedoras, às vezes. Sem saber como aconteceu, nos vemos em uma circunstância, a qual precisamos administrar. Não é fácil. Aconteceu comigo. Terei de lidar com uma história passada que já há algum tempo estava bem resolvida. Repentinamente, alguém criou um novo capítulo e me envolveu nele, sem nem perceber o que estava fazendo. Fiquei uns dias meio retraída, sem saber como lidar com a situação. Até resolver o que fazer: sorrir!
Estresse imaginário
abril 13, 2011Não há pior estresse do que aquele criado pela sua própria imaginação, baseado em um fundamento inverídico, mas que você insiste defender com unhas e dentes que é real. O grande problema nesse caso é que não há como amenizar a angústia e agonia provocadas pelo estresse, porque o motivo que deu origem a ele simplesmente não existe. Vira uma bola de neve, já que nada é mais fértil nesse mundo do que a imaginação do ser humano. Por isso, em algumas situações, o melhor mesmo é imaginar menos e viver mais.
Descrença total
março 28, 2011Eu gosto da sensação de que posso ser surpreendida pelas pessoas ou pelas situações. Claro que ninguém espera surpresas ruins, mas vez em quando elas acontecem. O que quero dizer, em verdade, é que perder a esperança de se surpreender com algo, para mim, é muito triste. É decepcionante achar que, daquela situação, nada de bom é possível surgir, que nada de ruim será inesperado. É triste esperar sempre o pior de alguma coisa. Essa descrença total desmotiva qualquer ser humano.
Ex-passado
dezembro 5, 2010E o passado virou presente. Mais uma vez. Como se nada tivesse mudado o rumo da vida, desde aquele antigamente, como se hoje fosse ontem. Como se ontem fosse o passado. Sem o peso da responsabilidade presente, sem a cobrança futura. E foi bom. Muito bom.
Mais sobre imperfeições
outubro 22, 2010Conversando com Deia, ela me veio com essa frase (que reproduzo logo abaixo) tão cheia de sentido e de beleza ao mesmo tempo. Não resisti em colocá-la aqui. É que há muito o que pensar sobre as imperfeições, e nunca é demais falar sobre elas, sejam as nossas, sejam as dos alheios.
“Não existem pessoas perfeitas, não é? O lance é que chega uma hora, uma idade, em que nós começamos a nos questionar o quanto da imperfeição alheia suportamos, da mesma forma que as pessoas são livres para desistir das nossas imperfeições também. Questionamos a imperfeição do outro mesmo tendo um humano telhado de vidro”
Não aos nãos vazios
outubro 19, 2010Não sou adepta das respostas vazias. Não gosto dos “nãos” secos. Eles precisam ser justificados. Não por uma questão íntima ou egoísta, apenas para que eu possa compreender a situação.
Refém da tecnologia
agosto 3, 2010Viramos reféns da tecnologia. No meu caso, essa circunstância é tão grave, que se a tecnologia pifa, eu simplesmente não consigo trabalhar. Literalmente. Essa sensação me deprime um pouco. Sou consciente da importância do avanço tecnológico, das mudanças sociais, das novas necessidades. Ainda assim, vejo a tecnologia como um certo aprisionamento do qual não podemos nos livrar.
Deu tudo certo no final
junho 18, 2010É bom ver o resultado de um trabalho reconhecido. É bom ver que todos os seus esforços foram compensados e, mais que isso, coroados no final. Eu já falei antes aqui que gosto de fazer as coisas bem feitas. Talvez por isso, me estresse um pouquinho mais, me canse um pouquinho mais. Mas é como sei fazer. Não consigo empurrar com a barriga algoa que dei início por vontade própria. É isso, deu tudo certo no final. Deu tudo mais que certo no final.
Falante
maio 13, 2010Ultimamente tenho tido a sensação de que ando falante demais. Talvez seja momento de silenciar.
Olhando o ontem
maio 11, 2010O mundo dá voltas. Eu estava relendo meus posts do final de 2008. Foi uma época complicada, cheia de detalhes emocionais, uma história que ia e vinha… O tempo passou, a história persistiu, mas hoje está tudo muito diferente. Os problemas cessaram, a confusão também… Repentinamente parece que aquela fase não existiu. Ou que foi crucial pra chegar no dia de hoje do jeito que está. É a coisa bacana de ter blog e de, de uma maneira discreta, traduzir parte da vida em palavras. E deixá-las ali, paralisadas no tempo. Um dia voltamos a reler tudo aquilo e a gente revive as histórias de uma forma diferente. No meu caso específico, agradeci pelo tempo ter passado.
Não prometa
abril 30, 2010Não prometa o que você sabe que não pode cumprir.
Nem para os outros, nem a você mesmo.
É ser pequeno demais!
Escrito por Alane Virgínia