Aceite as consequências

outubro 15, 2011

Somos obrigados a fazer escolhas na vida. É inerente à condição humana de ser racional. Mais que isso, precisamos aceitar a consequência de nossas escolhas. Porque tudo tem sua consequência. Antes de escolher, portanto, mensure as consequências.


Cara ou coroa

outubro 15, 2010

É melhor ter algo pela metade para a vida toda ou ter algo por inteiro pelo tempo em que durar, correndo o risco de perder tudo um dia?


Escolhas da vida

setembro 19, 2010

As pessoas fazem escolhas no trajeto que percorrem ao longo da vida. Umas escolhem usar as experiências, fazê-las de trampolim, e avançar. Outras escolhem parar no tempo, remoendo fatos passados e uma vida que não volta mais. Enquanto isso, o tic-tac não para.


No meio de uma conversa

junho 18, 2010

Eu não gosto das frases de efeito. Não gosto quando elas são atiradas no meio de uma discussão para provocar uma determinada reação no outro. Eu até já fui briguenta, estressada. Mas hoje as coisas mudaram. Desisto da briga logo que ela parece começar. Insisto na conversa, pra que tudo seja logo resolvido. E deixo os problemas já solucionados para trás, porque é lá que eles merecem ficar. Fato é que eu me zango muito quando a conversa acaba no meio do caminho, porque o outro protagonista decidiu que jogar uma frase de efeito e largar lá é melhor do que tentar compreender o que levou àquela conversa.

Às vezes a gente atinge alguém, usa palavras inapropriadas. No meio da conversa, você pensa em falar uma coisa, acaba dizendo outra. Alguém pode te dizer alguma coisa, e você reagir com palavras que não seriam as melhores. Mas se vocês não estão brigando, se aquilo não é uma discussão, não há porque entender que foi uma ofensa pessoal, e carregar aquilo nas costas. Quando a gente está em uma conversa e ouve alguma coisa que não pareceu legal, é tão melhor reagir de outra forma, tentar entender. Quando acontece comigo eu simplesmente rebato com um “por que você está dizendo isso?” ou “por que você pensa assim?”.

Se a gente reage de uma maneira tranquila, ainda que as palavras não tenham sido agradáveis de ouvir, a gente tem a chance de esclarecer logo a questão, entender o porquê de aquela pessoa ter dito tais palavras. E a gente dá a chance ao outro de se explicar. Eu fico triste com mal-entendidos. Fico triste quando falo além do que queria e não tenho a chance de esclarecer. Mas acho que eu tenho uma coisa boa, que aprendi a fazer: pedir desculpas. Eu acho que a gente deve pedir desculpas ao outro ainda que não tenha tido a intenção de exagerar nas palavras. Acho que as desculpas devem vir sempre que o outro se sente ofendido por nossas palavras, não importa a nossa intenção.

E acho também que todo pedido de desculpa merece ser respondido.


Deu tudo certo no final

junho 18, 2010

É bom ver o resultado de um trabalho reconhecido. É bom ver que todos os seus esforços foram compensados e, mais que isso, coroados no final. Eu já falei antes aqui que gosto de fazer as coisas bem feitas. Talvez por isso, me estresse um pouquinho mais, me canse um pouquinho mais. Mas é como sei fazer. Não consigo empurrar com a barriga algoa  que dei início por vontade própria. É isso, deu tudo certo no final. Deu tudo mais que certo no final.


Aprendendo a julgar

outubro 6, 2009

A constância, o cotidiano, o dia a dia nos ajudam a julgar as situações que vivemos. Repentinamente começo a repensar algo… É que valer à pena é um conceito bastante contextual. Na sua rotina atual pode, aquela questão específica, ser de fundamental importância. Amanhã, no entanto, por uma razão qualquer, você pode já não ver mais razão para manter-se entretido com aquilo… É a experiência, a maturidade… é qualquer coisa que faz a gente construir, ao longo da vida, parâmetros para julgar o que realmente nos faz bem.


Administradores da vida

setembro 25, 2009

Administrar o tempo é uma tarefa difícil. As horas do dia são sempre insuficientes para o tanto de tarefas que algumas vezes acumulamos. Posso dizer que vivo esse momento, de uma carga excessiva de obrigações. Algumas pessoas me perguntam como eu consigo lidar com o tempo restrito. O que posso dizer é que nos acostumamos à rotina que criamos. E criamos a rotina que podemos suportar.

Se você entra em um ciclo que não consegue suportar, com certeza alguma coisa vai dar errado no caminho, e você vai precisar refazer sua rotina. Acredito que o fato de me envolver sempre em diversas atividades simultaneamente desde ainda muito nova tenha facilitado. Mas isso não é nenhuma glória. Cada um é um, já disse diversas vezes. E, em suas especificidades, todos somos administradores de nossas vidas.

O bom é conseguir administrar o que você acha que vale à pena. E se encher de atividades não necessariamente vale à pena. Então, antes de tentar encontrar a fórmula secreta para conseguir fazer (quase) tudo ao mesmo, descubra antes outra: a do que você acha que realmente é importante fazer, ainda que seja uma coisinha só, que lhe ocupe poucos minutos do dia. Cada um tem sua fórmula de ser feliz. Mas aprender a fazer escolhas permeia todas elas.


Não dá para ter tudo

agosto 21, 2009

A gente não pode ter o mundo. Precisamos fazer escolhas. Mas não basta fazer a opção, é imprescindível que a gente aposte nela com toda vontade. No trajeto da vida, tomamos várias direções. Optamos pela carreira profissional, pelos amigos que manteremos perto, pelos cursos que faremos, e, também, pela pessoa com quem vamos construir uma história. A gente não pode ter tudo. E a gente precisa definir exatamente o que quer. E quando tiver isso claro na cabeça, apostar todas as fichas pra fazer acontecer.


Entre as nossas escolhas

agosto 10, 2009

Nossas escolhas somos nós quem fazemos. Cansamos de tentar responsabilizar outras pessoas pelos nossos fracassos, porque é mais fácil assim. Mas fácil que admitir a grande fraude que foi sua escolha. Escolher traz uma série de consequências, nem todas tão agradáveis como gostaríamos. E é preciso aprender a lidar com isso.

Uma escolha pode ser a melhor naquele momento. Mas ao longo do tempo, você pode chegar à conclusão que não vale mais à pena mantê-la. ou, ao contrário, ela pode ser motivo de realização diária. A vida é um conjunto de escolhas. Fazemos isso o tempo inteiro. O que tomar no café, qual caminho seguir, onde almoçar, o que resolver primeiro…

Não é fácil julgar as escolhas. Elas tiveram seus momentos, suas circunstâncias. Tem também o nosso próprio momento, os sentimentos… Daí que a gente escolhe. Não adianta pensar demais ou de menos. Só o tempo vai nos mostrar se o caminho foi o melhor.

Algumas vezes, a escolha perdura por muito tempo. E quando você chega ao ponto de acreditar que foi uma das melhores opções que você fez na vida, suas certezas desabam.A vida não segue uma linha reta, esta ficou perdida nas aulas de desenho geométrico. É sinuoso o caminho.

Algumas escolhas serão as melhores sempre. Em outros momentos, nos arrependeremos profundamente da escolha que fizemos. Mas é preciso coragem para escolher. E, por mais desastrosas que tenham sido as escolhas, é sempre melhor pensar no quanto fomos corajosos por tomar a decisão.


O mundo de cada um

agosto 6, 2009

Há pessoas que têm um universo à frente. Há pessoas cujo mundo é tão pequeno, que impressiona. O tamanho do mundo de cada um é uma icógnita, até que começamos a fazer parte dele. Um dia alguém me disse que o mundo de um outro alguém era do tamanho de uma azeitona. Não era uma crítica, ele apenas queria mostrar o quanto os dois eram diferentes e não conseguiam seguir de mãos dadas. Não há mundos melhores que outros, há o mundo de cada um. Maior, menor, não importa. A felicidade não depende disso.


Tem jeito não

julho 24, 2009

A gente divaga tanto, é tanto achismo. Muitos deles nunca comprovaremos, nem mesmo teremos a certeza de que não eram irreais. Talvez se a gente perguntasse mais (mais quem garante que as respostas seriam verdadeiras?), quem sabe se falássemos mais (se a situação não fosse favorável, será que seríamos honestos?)… Tem jeito não… Teremos de viver assim sempre… Tem jeito não.


Para quem persiste

julho 5, 2009

Eu admiro aquelas pessoas que persistem ao ponto de passar por cima de algumas dores. Admiro porque pode acabar sendo uma decisão muito mais difícil do que a de desistir. Não, eu não sou dessas pessoas, e desistir faz parte do meu vocábulo. E trato o fato de desistir com a mais profunda tranquilidade. A minha admiração por essas pessoas é que elas acabam provando que a insistência pode valer à pena no final, ainda que o resultado traga um rastro de lágrimas.

Não, eu não estou descontente com minha forma de agir, também não queria ser uma dessas pessoas. Cada um tem sua forma de encarar o mundo e de ultrapassar obstáculos. A decisão de desistir ou insistir cabe a cada um dentro das possibilidades que se abrem. Mas, sim, eu admiro estas pessoas, porque têm uma força, uma coragem… Já me disseram que o que estas pessoas têm é medo… Eu não acho.  

Acredito que não há parâmetros para definir o conceito de força de vontade que sejam únicos a todos. Bem, é uma admiração. Como tantas outras. O importante mesmo é ser feliz. É decidir pensando nisso.


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