As metas de cada um

março 24, 2011

Não importa se são a longo, médio ou curto prazo. Mas acredito que é importante ter metas na vida. Não que todos agora devam desesperadamente criar objetivos. Há quem viva bem um dia depois do outro, sem esperar coisa alguma do amanhã. E não critico. Cada um sabe melhor que ninguém como quer – ou prefere – viver.

É o meu viver que me diz ser melhor ter objetivos. Gosto de pensar em sempre alcançar alguma coisa. Gosto de alcançar e traçar novas metas. É meu jeito de viver. Mas há quem leve a vida melhor de outras formas. E não há fórmulas. Há felicidade, do jeito que for. É o que vai fazer tudo valer a pena no final.


Quem tudo quer, nada tem

setembro 11, 2010

Li dia desses esta mensagem em um contato do msn: “quem tudo quer, nada tem”. E eu que adoro divagar sobre tudo o que aparece pela frente, fiquei pensando no lugar-comum que se tornou a frase. É do tipo de ditado que a gente ouve, reproduz e nem pensa no assunto. E, pensando no assunto, eu discordo da afirmação. Quem muito quer, apenas quer muito. Ter ou não ter vai depender do esforço empregado para a conquista da lista de quereres. Quem tudo quer, pode lutar muito pra conquistar o tanto de coisa que quer, e pode ter muito também. Ou quem muito quer pode apenas manter-se inerte na esfera do querer, sem proatividade, e, aí sim, nada ter. O que importa não é querer. É a energia empregada na conquista. Realmente, não basta querer.


O que emociona

agosto 9, 2010

Algumas pessoas se emocionam mais com os fatos da vida. Outras se emocionam menos. Depende da pessoa, depende do fato. Passar no vestibular emociona? Colar grau em uma instituição de nível superior te emociona? E o primeiro emprego? Não há regras para a definição do que leva uma pessoa a se sensibilizar com os acontecimentos da vida. Pode ser a dificuldade, a trajetória, a realização do sonho. Pode ser tanta coisa. Como pode não ser também. Há quem se sinta na obrigação de percorrer certos caminhos, a ponto de apenas achar que tal conquista nada mais é do que uma obrigação.


Ao final da rotina

julho 6, 2010

Impor uma rotina cansativa vai ter sua consequência lá na frente. O corpo e a mente suportarão a carga por algum tempo. Pelo tempo suficiente, até. Mas, assim que a rotina chegar ao fim, e que você mentalizar esse divisor de águas, seu organismo vai lhe responder por ter suportado tanta pressão durante tanto tempo. Aí, você pode desabar. A sensação de desânimo pode cair sobre você, por mais feliz e realizado que você esteja por ter cumprido mais uma meta, por ter colocado um ponto final em mais um objetivo. Como lidar com esse desânimo, eu não sei. Mas sei que, como em tudo na vida, fundamental é não se entregar. E dar um tempo para que toda a carga que você carregou nesse período se dissolva. Porque, minha gente, descansar é preciso, sim.


Cinco anos depois… quase lá!

junho 10, 2010

Há cinco anos eu tomei uma decisão: dar início a uma nova graduação, em Direito. Depois de formada em Jornalismo pela Universidade Federal da Bahia há três anos, seria a realização de uma vontade antiga e o início de uma nova etapa. Não foi fácil, e todos que estiveram ao meu lado neste período podem relatar melhor do que eu. Com o trabalho puxado em uma redação de jornal, estudar as matérias era um verdadeiro malabarismo.

Todo horário precisava ser calculado. Às vezes, estava exausta, mas precisava estudar. Foi cansativo, foi estressante, mas foi maravilhoso. No meio do caminho fiz a loucura de dar início a uma especialização na área de Comunicação e surtei. Uma crise de estresse me fez parar no hospital e veio o conselho do médico: “Faça escolhas. Ou você para com alguma coisa ou você vai pifar”. Eu decidi parar com alguma coisa e tranquei a especialização.

Várias vezes eu me perguntava o que estava fazendo. Claro, era a realização, era o início de um projeto, mas era também a abdicação de minha vida social. Acostumada a sair com os amigos, a ir ao cinema, teatro e demais eventos culturais com constância, tive de aceitar a ideia de precisar recusar os convites. As sextas-feiras e os finais de semana não eram mais os mesmos.

A rotina de trabalho é pesada. Finais de semana e feriados, eu sempre estava na redação. E os livros de Direito, nestes momentos, eram deixados de lado. As vésperas de prova eram angustiantes. Vivia o embate entre a necessidade de estudar (afinal, a mensalidade era bastante despendiosa e eu já estava bem grandinha para empurrar o curso com a barriga) e a necessidade de trabalhar (para conseguir pagar as tais parcelas mensais, inclusive).

Hoje estou aqui, prestes a concluir o curso. Cinco anos depois… Eu confesso a vocês que estou explodindo de alegria. Não sei no que todo esse esforço vai dar. Tenho planos, projetos e objetivos e vou lutar por cada um deles. Não sei o que vai acontecer, mas pelo aprendizado, pelos amigos que fiz, pela experiência de vida, por todo o resto valeu à pena demais.


Caldeirão

agosto 31, 2009

Sinto-me um caldeirão de ideias prestes a transbordar… Gosto de desafios, de projetos, de pensar em possibilidades, de arriscar. Sonho alto e acredito que todos os sonhos são alcançáveis. Isso alimenta a alma. Meu mundo não cabe nas 24 horas de um dia, nem nos sete dias de uma semana. Sempre sobra um pouco mais do meu mundo para o amanhã.


Entre as nossas escolhas

agosto 10, 2009

Nossas escolhas somos nós quem fazemos. Cansamos de tentar responsabilizar outras pessoas pelos nossos fracassos, porque é mais fácil assim. Mas fácil que admitir a grande fraude que foi sua escolha. Escolher traz uma série de consequências, nem todas tão agradáveis como gostaríamos. E é preciso aprender a lidar com isso.

Uma escolha pode ser a melhor naquele momento. Mas ao longo do tempo, você pode chegar à conclusão que não vale mais à pena mantê-la. ou, ao contrário, ela pode ser motivo de realização diária. A vida é um conjunto de escolhas. Fazemos isso o tempo inteiro. O que tomar no café, qual caminho seguir, onde almoçar, o que resolver primeiro…

Não é fácil julgar as escolhas. Elas tiveram seus momentos, suas circunstâncias. Tem também o nosso próprio momento, os sentimentos… Daí que a gente escolhe. Não adianta pensar demais ou de menos. Só o tempo vai nos mostrar se o caminho foi o melhor.

Algumas vezes, a escolha perdura por muito tempo. E quando você chega ao ponto de acreditar que foi uma das melhores opções que você fez na vida, suas certezas desabam.A vida não segue uma linha reta, esta ficou perdida nas aulas de desenho geométrico. É sinuoso o caminho.

Algumas escolhas serão as melhores sempre. Em outros momentos, nos arrependeremos profundamente da escolha que fizemos. Mas é preciso coragem para escolher. E, por mais desastrosas que tenham sido as escolhas, é sempre melhor pensar no quanto fomos corajosos por tomar a decisão.


Nem sempre

agosto 9, 2009

Não é que a gente não consiga, é que nem sempre a gente tenta com tanta força… Ainda assim, às vezes, mesmo tentando com muita força, não vamos conseguir! Acontece!!!


O mundo de cada um

agosto 6, 2009

Há pessoas que têm um universo à frente. Há pessoas cujo mundo é tão pequeno, que impressiona. O tamanho do mundo de cada um é uma icógnita, até que começamos a fazer parte dele. Um dia alguém me disse que o mundo de um outro alguém era do tamanho de uma azeitona. Não era uma crítica, ele apenas queria mostrar o quanto os dois eram diferentes e não conseguiam seguir de mãos dadas. Não há mundos melhores que outros, há o mundo de cada um. Maior, menor, não importa. A felicidade não depende disso.


Admiradora inquieta

maio 28, 2009

Novas possibilidades trazem brilho aos meus olhos. Olhar para trás me faz aprender sobre o futuro. Olhar para o futuro me faz acreditar. E ao acreditar, faço os sonhos acontecerem. Eu sou inquieta e quero essa inquietude em mim pra sempre. Inquieta que sou, faço acontecer, planejo, executo… Não sou perfeita, mas aprendi a me admirar. Uma inquieta admiradora de si.


Eu quero

maio 24, 2009

Sei o que quero. Sei que é difícil. Mas não importa a dificuldade. O que importa é que sei onde quero chegar, e já estou caminhando na direção certa.


Asas

março 11, 2009

Descobri que tenho asas que me levam ao infinito. Aos poucos, tenho aprendido a voar!


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